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19/02/2020
Câmara Setorial da Cadeira Produtiva do Audiovisual discute competitividade e oportunidades


Colegiado é composto por 35 membros da iniciativa privada, administração pública e terceiro setor

Apresentação sobre o mercado de jogos digitais no Brasil e em Pernambuco, feita durante a Reunião da Câmara Setorial. Foto: Ana Rosa Cavalcanti

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Os membros da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Audiovisual dedicaram a pauta da primeira reunião ordinária do colegiado para pôr em discussão as primeiras propostas práticas e operacionais, com um viés maior de “desenvolvimento econômico”, para o setor. Durante o encontro, realizado na manhã desta segunda-feira, na sede da Agência de Desenvolvimento Econômico (AD Diper), os representantes públicos e privados do setor decidiram a composição da diretoria, com mandato até 2022, e debateram temas ligados à competitividade e às oportunidades do setor em Pernambuco.

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Durante os próximos dois anos, a Câmara terá Frederico de Vasconcelos Pereira, da Joy Street S/A, como presidente, Chico Ribeiro, da REC Produtores Associados, como vice. Números do mercado estadual de games apresentados durante a reunião mostram as seguintes segmentações: educação (15,4%), jogos próprios (38,5%) e serviços (46,2%). Segundo dados da Associação das Desenvolvedoras de Jogos de Pernambuco (Playnambuco), os associados existentes no estado faturaram R$ 18,5 milhões em 2019, contra R$ 13 milhões em 2018. As empresas associadas empregam 238 pessoas. Boa parte do crescimento de um ano para o outro foi provocado pelas exportações. Daí a demanda discutida no grupo de gerar encaminhamentos e ações no sentido de serem propostas políticas de incentivo em tal sentido.

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Em termos de mercado nacional e internacional, os números dos jogos digitais são ainda mais empolgantes. A indústria brasileira de games é a 13ª desenvolvedora do mundo e o país é o quarto maior mercado consumidor, perdendo para Estados Unidos, China e Índia (dados de 2018, da Abragames). A receita girou em torno de US$ 1,6 bilhão, com 276 empresas envolvidas (107% a mais do que em 2014) e 2.731 empregos gerados (alta de 141% em relação a 2014).

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A câmara é um órgão colegiado paritário composto por 35 membros (com titulares e suplentes) da iniciativa privada, administração pública e terceiro setor. A representação do poder público estadual é feita por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico – SDEC, sendo secretariada pela AD Diper. O ambiente dá protagonismo a diversos agentes econômicos que, a partir daí, tem a liberdade de criar estratégias para o fomento das atividades às quais se dedicam no cotidiano. Com um pensamento linear, a apresentação dos pleitos, que podem se tornar políticas públicas, com a atuação do Estado, torna-se ainda mais viável.



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