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GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO

Vocações econômicas

Alimentos e bebidas

Em Pernambuco, as indústrias do setor alimentar contam com a elevada integração local entre produtores e fornecedores, a logística a seu favor, a oferta de mão-de-obra qualificada e o mercado consumidor próximo e acessível. Os mais recentes exemplos dessa conjuntura harmônica e singular são a instalação de plantas das gigantes Sadia e Perdigão, que escolheram, respectivamente, as cidades de Vitória de Santo Antão e Bom Conselho, para seus projetos de expansão.

A cadeia produtiva de bebidas em Pernambuco é composta pelos segmentos de fabricação de vasilhames de plástico e de vidro, pelo engarrafamento e gaseificação de águas minerais e pela fabricação de cachaça, malte, cervejas, chopes, refrigerantes e refrescos. As bebidas produzidas são destinadas ao comércio atacadista e varejista. A maior parte das fábricas está concentrada no Grande Recife e Zona da Mata, totalizando mais de 30 municípios envolvidos.

Apicultura

Em Pernambuco, a apicultura (criação racional de abelhas de ferrão) e a  meliponicultura (criação racional de abelhas nativas sem ferrão)  estão presentes nas regiões da Zona da Mata, Agreste e Sertão. Uma diversidade de flora - principalmente nas Caatingas onde ainda existem áreas isentas de pesticidas – mostra-se uma excelente opção para práticas orgânicas, cujas cotações de mercado são maiores. Tratam-se de atividades economicamente viáveis, ecologicamente corretas e socialmente justas, contribuindo para fixação do homem no campo, pois 75% da atividade está na produção familiar.

Estima-se que a produção nacional de mel em mais de 40 mil toneladas de mel/ano, destacando-se como grandes produtores os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Piauí, Ceará, Bahia e Pernambuco. No Estado, a produção de mel, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístico (IBGE, 2004) ocupa a quarta posição no ranking do Nordeste. A maior produção apícola está no Sertão do Araripe (1.500 toneladas/ano de mel e 200 toneladas/ano de cêra).

Artesanato e cultura

Pernambuco possui uma das mais ricas culturas populares do país, com manifestações de várias formas e gêneros. O artesanato local ocupa um lugar de destaque no cenário nacional graças à criatividade do nosso povo e diversidade de produção obtida. Os tipos são os mais ricos: tapeçaria, cerâmica, renda, xilogravura, madeira, couro, tecelagem, bordado, metal, etc. O Estado é palco, todos os anos, de uma das maiores feiras da América Latina: a Feira Nacional de Negócios do Artesanato.

Algumas das cidades onde é mais intensa a produção de peças artesanais incluem Recife, Olinda (maior centro em madeira entalhada no Brasil), Tracunhaém, Bezerros, Caruaru (maior centro de arte figurativa das Américas) e Petrolina. Existem no Estado alguns pontos importantes de exposição e venda de peças de artesanato, como a Casa da Cultura, no Recife; o Alto do Moura, em Caruaru, e o Centro de Artesanato, em Bezerros.

Avicultura

A avicultura pernambucana é um dos setores mais dinâmicos da economia local, contribuindo para a geração de empregos, renda e bem-estar social na área rural em todo o estado de Pernambuco. Trata-se da segunda atividade mais importante da agropecuária no Estado, logo após a cana-de-açúcar.

Em média, Pernambuco contribui com aproximadamente 20% de todo o rebanho de aves no Nordeste e 3% no Brasil. Embora a percentagem na participação na produção brasileira seja ainda pequena, Pernambuco se configura como o maior produtor na Região Nordeste, assim como na de ovos. Em nível nacional, o Estado é o quarto maior produtor de ovos do Brasil e o sexto em carne de frango. A atividade gera 135 mil postos de trabalho.

Caprinovinocultura

A caprinovinocultura pernambucana reúne 2,6 milhões de cabeças. O rebanho de caprinos é o segundo maior da Região Nordeste (16,78% de participação), o que equivale a 1,6 milhão de animais. Já a de ovinos conta com mais de 1 milhão de cabeças, sendo o quarto maior plantel regional (11,71%). A exploração da atividade resulta na produção de carnes, peles, lã, leite e derivados.

Os Sertões do Itaparica e do São Francisco são as duas Regiões de Desenvolvimento com maiores potencialidades para a atividade por causa, principalmente, do clima e vegetação apropriados; possibilidade de interação com áreas irrigadas; disponibilidade de crédito; mercados consumidores crescentes; disponibilidade de tecnologia adequada; implantação de agroindústrias de beneficiamento de leite de cabras em Petrolina, Iguaracy, São José do Egito, Sertânia e Arcoverde, entre outros.

Comércio

A economia pernambucana tem uma vocação antiga para o comércio, que remonta à época da colonização do Brasil, com a influência portuguesa e, em especial holandesa. Do tempo dos mascates aos dias atuais, o Estado reúne grandes grupos como Wal-Mart, Carrefour e Pão de Açúcar, líderes nacionais em mercados, supermercados e hipermercados; shoppings centeres bem-estruturados e de porte, como o Recife, Tacaruna e Guararapes; bem como o tradicional varejo de rua, onde se destacam lojas para todos os tipos de público e com grande sortimento de produtos.

Confecções

A cadeia produtiva de têxtil e confecções do Estado de Pernambuco se destaca em dois pólos produtivos: o da Região Agreste, basicamente concentrado nos municípios de Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe, Surubim e Toritama; e o da Região Metropolitana do Recife. O Estado concentra 16.430 empresas, sendo 12 mil no Pólo de Confecções do Agreste. O faturamento médio anual é de R$ 1,5 bilhão. O setor gera 90 mil empregos.

A moda produzida em Pernambuco é abrangente: vai da roupa casual masculina, feminina e infantil a lingerie e fardamento, unindo preços baixos e facilidades de pagamento e de compra. Esses dois últimos atributos, aliás, têm atraido para cá o interesse de compradores internacionais, de países como Senegal e Cabo Verde.

Eletro-metal-mecânica

O dinamismo agro-industrial do Estado, em particular aquele originado da produção de açúcar e álcool, deu impulso ao desenvolvimento da indústria metal-mecânica. A indústria de produtos elétricos, por sua vez, teve como origem o processo de industrialização liderado pela Sudene, utilizando os incentivos fiscais disponíveis à época. De acordo com o Cadastro Industrial da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), há mais de 450 empresas ativas.

O setor trouxe para Pernambuco indústrias e parâmetros de produção internacional, a exemplo da Alcoa, Philips, Açonorte (Grupo Gerdau). Grupos estaduais, como Baterias Moura, produtor de acumuladores elétricos no interior do Estado, e Leon Heimer, que produz geradores elétricos na Região Metropolitana do Recife, são exemplos de empresas de capital local que se encontram inseridas na economia globalizada.

Por aqui, se fabrica perfilados de aço, laminados e extrudados de alumínio, autopeças de várias espécies, caldeiras, moendas e destilarias, tubos e conexões, conjuntos para irrigação, artefatos diversos em aço inox, tanques, caçambas, latas para embalagem, engrenagens para motores de veículos, lâmpadas, medidores e controles eletrônicos de última geração, centrais de geração de energia e luminárias pública e para interiores.

A metalurgia é o ramo que apresenta o maior número de estabelecimentos, 341, o que significa pouco mais de 60% do total do segmento, seguido pelo ramo da mecânica com 83 estabelecimentos. Sessenta e seis empresas se dedicam aos ramos eletro-eletrônicos e de comunicação e outras 67 são produtores de material de transporte. A formação de mão-de-obra para o segmento fica a cargo de escolas técnicas e do Serviço Nacional da Indústria (Senai).

Na área de eletroeletrônica, o Estado conta com o Parque Tecnológico de Eletro-eletrônica de Pernambuco (Parqtel). O parque foi pensando para abrigar, além da indústria de materiais e equipamentos elétricos e eletrônicos e de automação industrial, outros setores, como a indústria de equipamentos médico-hospitalares, o setor de software, assim como tecnologias "portadoras de futuro" como  opto-eletrônica, a nanotecnologia e a biotecnologia. O ambiente também está marcado pela cooperação de universidade, institutos de pesquisa, empresas e organizações governamentais para o desenvolvimento de tecnologias.

Fruticultura

Iniciado há pouco mais de 30 anos, o Pólo de Friticultura Irrigada de Petrolina é hoje, ao lado da cidade vizinha Juazeiro (BA), uma das regiões de produção agrícola do País que alcança os mais altos índices de exportação. As exportações de uva e manga chegaram a US$ 220 milhões em 2006. O setor promove a geração de 240 mil empregos diretos. Estima-se que são gerados em média 2,0 empregos por hectare irrigado, totalizando 240 mil empregos diretos e 960 mil indiretos.

Motivos para o sucesso da atividade não faltam: é o único Semi-Árido tropical do Mundo, é capaz de gerar mais de duas safras/ano/planta, tem baixa incidência de doenças, está próxima aos mercados consumidores e conta com disponibilidade de mão-de-obra e de água. Está situado na zona fisiográfica do Sub-Médio do Rio São Francisco.

Atualmente, a área de cultivo irrigado implantado estende-se por 120 mil hectares, com predominância uva, manga, banana, coco verde, goiaba, melão, acerola, limão, maracujá, papaia e pinha.

Gesso

O Pólo Gesseiro – concentrado nos municípios de Araripina, Ipubí, Ouricuri, Bodocó  e Trindade - apresenta localização privilegiada em relação ao Nordeste do Brasil, estando eqüidistante das principais capitais nordestinas. O gesso fabricado no Sertão do Araripe, equivalente a 95% do produzido no País, destaca-se por ter, de longe, o menor custo de produção em nível mundial.

O crescimento dos cursos de graduação, de mestrado e de doutorado se  constituiu num fator essencial para o desenvolvimento. Hoje, o Estado é munido de cinco Universidades (Universidade Federal de Pernambuco, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Universidade do Vale do São Francisco, Universidade Estadual de Pernambuco e Universidade Católica) e diversas faculdades, totalizando 93 instituições.

A existência de infra-estrutura acadêmica de excelência em algumas áreas específicas do conhecimento, com suporte de pesquisa consolidado (informática, química, física, matemática, engenharias, saúde, sociais, humanas e biológicas) representa uma base essencial e um diferencial para o desenvolvimento do setor, comparativamente com a infra-estrutura dos estados vizinhos.

Os municípios integrantes da rede federal de educação profissionalizante e tecnológica são: Garanhus, Caruaru, Afogados da Ingazeira, Ouricuri, Salgueiro, Ipojuca, Floresta, Petrolina, Pesqueira, Belo Jardim, Barreiros, Vitória de Santo Antão, Recife e Petrolina. Os que fazem parte da rede federal de educação superior são: Recife, Caruaru, Garanhuns, Serra Talhada, Vitória de Santo Antão e Petrolina.

Logística

Constituído como uma das principais portas de entrada e saída do País do fluxo de mercadorias desde o período colonial, Pernambuco fez da sua posição geográfica um atrativo para a logística de distribuição nacional. Isso se traduz não só como um fator de competitividade para as diversas cadeias produtivas que aqui funcionam, com também numa oportunidade de negócio autônomo para prestação de serviços em toda a Região Nordeste. Pernambuco possui pelo menos 550 empresas de transporte de cargas registradas.

Graças aos incentivos fiscais específicos para o setor, através do Programa de Desenvolvimento de Pernambuco (Prodepe), o Estado tornou-se ainda mais atraente para este setor e conta hoje com mais de 125 centrais de distribuição instaladas, a maioria no Grande Recife.

Serviços educacionais

Pela sua posição estratégica na região Nordeste, o Estado desempenha, há muito tempo, sobretudo, com a implantação dos melhores colégios e das primeiras faculdades do País (Direito, Engenharia e Agronomia, por exemplo), um papel de vanguarda na prestação de serviços educacionais. Contado com todos os níveis de educação, o setor congrega atualmente 4.751 estabelecimento e emprega 44.5 mil pessoas.

Graças aos incentivos fiscais específicos para o setor, através do Programa de Desenvolvimento de Pernambuco (Prodepe), o Estado tornou-se ainda mais atraente para este setor e conta hoje com mais de 125 centrais de distribuição instaladas, a maioria no Grande Recife.

Serviços de saúde

Na área de saúde, Pernambuco possui 3.509 estabelecimentos (15% do Nordeste) e 21.293 leitos para internação (18% do Nordeste). Só na Região Metropolitana do Recife há: 110 hospitais; 10 mil leitos hospitalares; 38 estabelecimentos nos setores de fabricação de produtos farmacoquímicos, e medicamentos para uso humano e veterinário e de materiais para usos médicos, hospitalares e odontológicos e 19 estabelecimentos no setor de fabricação de aparelhos e instrumentos para usos médico-hospitalares, odontológicos e de aparelhos ortopédicos.

Indicadores como esses ajudaram a fazer do Recife o núcleo do chamado Pólo Médico, uma espécie de condomínio de empresas do setor (hospitais, clínicas, laboratórios, etc) que fatura algo em torno de US$ 135 milhões por ano e gera 200 mil empregos. Cerca de 20 mil pessoas utilizam os serviços do pólo por dia. O setor está tão bem estruturado, em termos de porte, qualidade, modernidade e avanço tecnológico do setor, ao ponto de o Pólo Médico do Estado ocupar o segundo lugar no ranking nacional.

Hoje se observa uma razoável concentração de hospitais, clínicas especializadas, laboratório de análises e centros de diagnósticos, dando origem a várias atividades correlatas, a exemplo de empresas de produção e manutenção de equipamentos, serviços de informática e automação, produção de medicamentos, de roupas profissionais, de descartáveis, de gases, etc, ao lado de serviços de lavanderia, de esterilização, de coleta e tratamento de lixo.

Sucroalcooleiro

Pernambuco possui longa tradição no cultivo e produção de derivados da cana-de-açúcar, que remota aos tempos da colonização portuguesa. O setor sucroalcooleiro é composto por 25 unidades produtoras, 256 mil empregados, 12 mil fornecedores de cana e 350 mil hectares cultivados. Por aqui, o setor contribui com, no mínimo, 15% de todos os empregos gerados pela atividade no País e, conjuntamente com o restante do Nordeste, com cerca de 18% da produção nacional. A produção de 2007 atingiu 15.700.000 toneladas.

Como vantagem adicional, o ciclo de produção de Pernambuco, assim como o do restante do Nordeste, acontece em época complementar ao do Sul, o que contribui para a capacidade de fornecimento contínuo tanto para compradores nacionais quanto para internacionais. Com o futuro Canal do Sertão, a irrigação de 170 mil hectares poderá viabilizar novos negócios. Segundo estimativas do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool em Pernambuco (Sindaçúcar), o valor estimado de capacidade de produção de cana-de-açúcar na região é de 10 milhões de toneladas.

Tecnologia da informação

Graças a um esforço coordenado entre a academia e o Governo do Estado, Pernambuco conta com exemplos bem-sucedidos na área de Tecnologia da Informação (TI), com impacto direto e significativo para a economia local.
A participação do setor no PIB do Estado passou de 1,6% em 1999 para 3,6% no ano de 2005.

Um desses projetos exitosos é o Porto Digital, conjunto de 103 empresas em operação no Bairro do Recife, que ocupam 40 mil metros quadrados, têm mais de 3,6 mil colaboradores diretos e uma taxa média de crescimento superior a 16% ao ano. O faturamento em 2006 foi de US$ 400 milhões.

Formalmente constituído em 2000, o Porto Digital é fruto da conjuntura harmônica capaz de gerar um pólo de produção de conhecimento no campo da computação integrado com iniciativas de mercado. Seu sucesso vem da melhoria da infra-estrutura do território, atração de incubadoras e de institutos de pesquisa, instrumentos de fomento para o suporte econômico-financeiro ao processo de inovação e um mix de empresas de alta performance.

Porto Digital tornou-se referência nacional de política pública de fomento à inovação e fortalecimento de um setor produtivo de base tecnológica. Graças a ele, Pernambuco conseguiu atrair empresas líderes do mercado mundial como Nokia, Samsung, Motorola, Microsoft, Dell e LG.

Pernambuco possui 17 instituições de formação em nível de graduação, de informática que estão aptas para desenvolver ferramentas para o setor.

Turismo

Berço do frevo, dono de uma culinária, artesanato e cultura admiráveis, Pernambuco é o terceiro destino mais procurado pelos turistas no Nordeste. O setor é segmentado, de acordo com a localização, em urbano (Grande Recife), Litoral Sul (destaque para Porto de Galinhas, Barreiros e Tamandaré), Litoral Norte (destaque para Itamaracá), Fernando de Noronha e interior do Estado (destaque para Caruaru, Garanhuns, Gravatá, Petrolina, Triunfo).  São 187 km de extensão em praias de águas mornas e claras, que seduzem visitantes do Brasil e de fora, como argentinos, portugueses e italianos.

O setor congrega mais de 4,3 mil estabelecimentos, alguns de padrão internacional, que geram um contingente de empregados superior a 40 mil pessoas. São 45 mil leitos disponíveis, sendo 70% no Grande Recife. A sustentação do fluxo de visitantes ao Grande Recife ocorre principalmente por conta do chamado turismo de negócios, para o qual muito contribui a existência do Centro de Convenções e outras instalações públicas e privadas que facilitam a atração de eventos.

O Plano Estratégico do Turismo de Pernambuco 2008-2020 prevê que o fluxo de turistas alcance 4,56 milhões de pessoas em 2010, sendo 354 mil visitantes internacionais. Para 2020, a previsão é de um fluxo global de 9,925 milhões de turistas, refletindo um impacto direto na economia com a geração de 487 mil empregos diretos e indiretos.

Vitivinicultura

O Pólo Vitivinícola de Pernambuco – localizado no Vale do são Francisco - é responsável por 95% da uva de mesa cultivada no Brasil e pela produção de sete milhões de litros de vinho por ano. Com isso, detém 15% do mercado vinicultor nacional e emprega diretamente 30 mil pessoas. Além de vinhos, as fazendas localizadas no Pólo Vitivinícola ainda produzem vinagre e sucos.

Com cerca de sete mil hectares de plantação de uva de mesa e mais de 500 hectares de uvas viníferas, Pernambuco atrai diversas fazendas e empresas, em especial as européias, que se surpreendem com o vigor produtivo da região, que é capaz de render duas safras e meia por ano.

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